Reunião com Marilda

Marilda - Reunião

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Congresso do PPS debate teses e elege direção partidária

Delegados de mais de 100 municípios participaram do Congresso Estadual do PPS do Pará

Delegados de mais de 100 municípios participaram do Congresso Estadual do PPS do Pará

O Congresso Estadual do PPS encerrou o processo congressual no Pará com debate das teses do 18° Congresso Nacional e eleição do diretório e dos conselhos de ética e fiscal do PPS. Precedidos por congressos municipais e reuniões de diretórios e comissões provisórias, o congresso contou com expressiva participação de delegados de mais de 100 municípios. A avaliação corrente foi que este foi um dos maiores congressos realizados no Pará. Aberto a filiados e a não filiados, o auditório João Carlos Batista da Assembleia Legislativa do Pará ficou completamente lotado pelos mais de 300 delegados e convidados.
Aberto na sexta-feira, dia 29, o Congresso continuou na manhã de sábado com discussão em grupos das teses partidárias. Durante a tarde o debate continuou em plenário sobre os temas propostos pelos grupos de discussão. Foi muito criticado o campo de aliança nacional com o PSDB e DEM, predominando a tese de aproximação com outros partidos de oposição, a exemplo do PSB e Rede, liderados pelo governador Eduardo Campos e pela ex-senadora Marina Silva. Mas foi ponderado que a posição do partido deve levar em consideração as especificidades estaduais, visando o fortalecimento das bancadas parlamentares e a conquista de espaços majoritários.

As teses do 18° Congresso foram debatidas em grupos e no plenário

As teses do 18° Congresso foram debatidas em grupos e no plenário

O Congresso definiu que a definição da aliança estadual será feita posteriormente, pois há a necessidade de redefinição junto aos potenciais aliados de pontos programáticos e dos espaços políticos a serem ocupados pelo PPS, inclusive com a indicação de nomes do Partido para cargos majoritários. Foram propostas várias alterações na tese nacional, sendo eleita uma comissão de redação que vai apresentar o texto para os 15 delegados eleitos para representar o Pará no 18° Congresso Nacional do PPS, em Brasília, no período de 6 a 8 de dezembro.

Reunião de mulheres discute participação política

Reunião de mulheres discute participação política

No final da tarde foram eleitos o novo diretório e os conselhos de ética e fiscal para o biênio 2014-2015, em chapa única, consensuada entre as lideranças do partido. A chapa foi aprovada pela unanimidade dos delegados do Congresso. O novo diretório vai conduzir o processo eleitoral de 2014, sendo aprovado que o planejamento estratégico seja uma das tarefas políticas prioritárias para o inicio do próximo ano.

DIRETÓRIO ESTADUAL DO PPS-PA

CONSELHO DE ÉTICA E CONSELHO FISCAL

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Congresso_Estadual_PPS (2)

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Programa Nacional do PPS 2013

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Luta pela terra: Jordy quer saber se governo protege ameaçados de morte no Pará

Um requerimento de informação, dirigido à Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, foi protocolado na Mesa Diretora da Câmara dos Deputados, nesta quarta-feira (17), com o objetivo de saber quais ações estão sendo tomadas pelo governo para proteção de ameaçados de morte no Pará, que figurariam em uma lista, divulgada recentemente pela Comissão Pastoral da Terra (CPT).

No pedido, o deputado Arnaldo Jordy (PPS-PA) relata que entre 1964 e 2010 ocorreram 914 assassinatos por questões de terra no Pará, sendo que 654 foram no sul e sudeste do Estado. No início deste ano, a CPT divulgou uma lista com 38 nomes que estariam marcados para morrer, por causa de luta pela posse de terras.

Para o parlamentar paraense, além do fato macabro de que em pleno século 21 ainda existam listas quase públicas de ativistas jurados de morte, o que também chama a atenção é a quantidade de mulheres na lista, cerca de dez. “Queremos saber do governo federal o que está sendo feito para proteção destas pessoas e ao mesmo tempo quais medidas estão sendo tomadas para o combate à pistolagem na região?”, questionou o deputado.

Jordy lembra ainda que as vítimas são sempre ativistas e trabalhadores.

“Os atores deste triste enredo são bem conhecidos: de um lado, ruralistas, grileiros, posseiros e pistoleiros. Do outro, ambientalistas, advogados, parlamentares, lideranças sindicais, rurais, indígenas e religiosos. Num palco onde a lei do mais forte, do capital e dos interesses escusos, ainda prevalece e em pleno regime democrático e de direito”, completou o parlamentar.

Em um dossiê que detalha a violência no sul e sudeste do Pará, a CPT avaliou que a violência que vitimou centenas pessoas que lutam pela terra e pela reforma agrária, remonta principalmente o governo militar que, no início da década de 1970, começou a investir na ocupação da Amazônia. Esta região do estado do Pará, de expressiva concentração de riquezas minerais e naturais -, foi talvez onde esse processo se efetivou de maneira mais contundente.

Segundo o Relatório de Investigação 2005 da Federação Internacional de Direitos Humanos (FIDH), o Pará é detentor de 40% da superfície total desmatada no Brasil e tem as taxas mais altas do país, tanto de escravidão como de ameaças aos defensores dos direitos humanos.

A partir do momento em que for notificado pela Câmara, a Secretaria de Direitos Humanos tem 30 dias para enviar as respostas ao autor do requerimento.
Por: Assessoria do parlamentar
Fonte: Portal Nacional do PPS

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Plebiscito: Temer teve que resolver a lambança de Dilma, diz líder do PPS

Por: Diógenes Botelho

Foto: Robson Gonçalves

Para Rubens Bueno, ação do governo foi uma barbeiragem geral (Foto: Robson Gonçalves)

O líder do PPS na Câmara, deputado federal Rubens Bueno (PR), classificou como sensata a posição tomada pelo governo, nesta quinta-feira, de desistir da realização de um plebiscito sobre a reforma política para valer ainda em 2014. O anúncio do recuo foi feito pelo vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB), após reunião com líderes da base do governo.

“Ainda bem que tem alguém sensato no governo. Se não é a presidente, que seja o vice-presidente. Na prática, Temer teve que resolver a lambança da presidente Dilma”, resumiu o líder do PPS.

Para Rubens Bueno, desde o início do processo a presidente Dilma Rousseff cometeu erros. “Primeiro defendeu uma constituinte exclusiva, um absurdo rechaçado por todo o meio político e jurídico. Depois, insistiu no plebiscito e chegou a enviar uma proposta oficial ao Congresso, numa clara intromissão em outro poder. Foi uma barbeiragem geral”, criticou o líder do PPS.

Com a proposta do plebiscito, avalia o deputado, o Planalto quis criar uma cortina de fumaça para escapar das cobranças feitas ao governo do PT durante as manifestações populares em todo o país. “Dilma levantou a bandeira da reforma política, que é uma atribuição do Congresso, mas não trouxe respostas às manifestações das ruas, que pedem mais saúde, educação, transporte e o fim da corrupção”, ressaltou Rubens Bueno.

O PPS defende que o Congresso faça a reforma política, que depois passaria por um referendo popular. Os principais pontos defendidos pela legenda são: Voto distrital misto uninominal com lista partidária, segundo turno em municípios com mais de 50 mil eleitores, proibição de manter o mandato ao assumir cargos no Executivo, nova divisão das sobras de votos, candidatura avulsa,  parlamentarismo, financiamento público de campanha, fim da reeleição, fim das coligações na eleição proporcional, fim da fixação do prazo de filiação para disputa de eleição, mudança no sistema de suplência de senador.

CONFIRA A PROPOSTA DE REFORMA POLÍTICA DO PPS

Fonte: Site do PPS Nacional

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Galeria de PPS Pará 23

Comicio Sta. Barbara 2012Comicio Sta. Barbara 2012Comicio Sta. Barbara 2012Comicio Sta. Barbara 2012Comicio Sta. Barbara 2012Comicio Sta. Barbara 2012
Comicio Sta. Barbara 2012Comicio Sta. Barbara 2012Comicio Sta. Barbara 2012Comicio Sta. Barbara 2012Comicio Sta. Barbara 2012Comicio Sta. Barbara 2012
Comicio Sta. Barbara 2012Comicio Sta. Barbara 2012Comicio Sta. Barbara 2012Comicio Sta. Barbara 2012Comicio Sta. Barbara 2012Ato Filiação PPS Belem (janeiro 2013)
Ato Filiação PPS Belem (janeiro 2013)Ato Filiação PPS Belem (janeiro 2013)Ato Filiação PPS Belem (janeiro 2013)Ato Filiação PPS Belem (janeiro 2013)Ato Filiação PPS Belem (janeiro 2013)Ato Filiação PPS Belem (janeiro 2013)

Albun do PPS-PA

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Fusão do PPS e PMN é apresentado em entrevista coletiva no Pará

A Mobilização Democrática (MD), novo partido que nasceu da fusão do Partido Popular Socialista (PPS) e do Partido da Mobilização Nacional (PMN), já surge no cenário politico paraense com certa representatividade, pois PPS faz parte da base aliada do governo do estadual, gerindo a Secretária Executiva Saúde (SESPA) e a vice-governadoria do estado, enquanto o PMN dirigia o Núcleo de Desenvolvimento Gerenciamento de Transporte Urbano (Ação Metrópole). Embora tenham apoiado a candidatura do atual prefeito, os partidos não fazem parte da administração municipal.

“A fusão se deu por causa de uma identidade programática, ideológica e como uma forma de criar uma frente nacional ampla de oposição, sem interesses escusos, como barganhas de cargos, ou qualquer forma de ganho para ambos”, explicou o deputado federal Arnaldo Jordy que está respondendo temporariamente pela direção da MD no Pará juntamente com o ex-presidente do PMN César Meira.  A nova agremiação partidária é de oposição ao governo do PT, e de apoio ao governo de Simão Jatene no estado Pará.

Até o dia 17 de maio o partido busca atrair novos filiados sendo eles detentores de mandatos ou não, pois a lei de fidelidade partidária prevê como exceção a criação de uma nova legenda, por isso quem se filiar a MD, estará livre da perda de mandato.  Os filiados dos antigos partidos serão contemplados a fazerem parte da nova legenda, não sendo necessária uma nova filiação, tendo uma demanda de filiados de 40% para cada um, um total de 80%. E os outros 20% serão disponibilizados para novas filiações.

Apesar de ter sido vitima de uma tentativa casuística do governo federal de impedir a sua criação, a legenda ganha um deputado federal, dois deputados estaduais, sete prefeitos e 104 vereadores. No próximo pleito o partido terá uma bancada fortalecida, agregando novas lideranças que se alinhem as propostas da MD. “O nosso partido já surge causando alvoroço na política brasileira, isso é muito bom, se os dois partidos antes já incomodavam, imaginem os dois juntos”, ressaltou César Meira.

Por enquanto o único cargo decidido na MD é do ex-presidente nacional do PPS, o deputado federal Roberto Freire (SP). “Serão nomeadas comissões nos estados, para que não haja nenhuma prevalência administrativa para nenhum dos lados”, destacou Jordy. Há grande expectativa no ingresso de figuras como o ex-governador de São Paulo José Serra (PSDB/SP), e uma aposta na possível candidatura a Presidência da República de Eduardo Campos (PSB), atual governador de Pernambuco, ou quem sabe Marina Silva nas eleições de 2014.

Fonte:Assessoria de Imprensa do deputado Arnaldo Jordy

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Mobilização Democrática (MD) lança Manifesto e Programa

(foto Robson Gonçalves) MD atuará para a construção de um projeto alternativo nas  eleições de 2014

MD atuará para a construção de um projeto alternativo nas eleições de 2014 (Foto: Robson Gonçalves)

Em ato político em Brasília na quarta-feira (17), ex-dirigentes do PPS e do PMN aprovaram o programa e o manifesto da Mobilização Demorática (MD), que agora une toda a estrutura das duas forças políticas. Confira a íntegra do manifesto e do programa da Mobilização Demorática (MD).

A nova força política nasce na oposição ao governo federal e já trabalha para a construção de um projeto alternativo para o Brasil em 2014. Juntas, as duas forças políticas somam 13 deputados federais, 58 estaduais, 147 prefeitos e 2.527 vereadores. São 683.420 filiados em todo o país.

Por: Diógenes Botelho

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PPS e PMN se unem para dar origem a uma nova força política no país: a Mobilização Democrática

Diretório Nacional será compartilhado entre dirigentes dos dois partidos fundadores. Documentação da sigla já foi encaminhada ao cartório e estatuto publicado no Diário Oficial da União.

Congresso MDO PPS e o PMN oficializaram nesta quarta-feira (17), em ato político conjunto, a fusão dos dois partidos, que agora passam a se chamar Mobilização Democrática (MD). A decisão foi tomada em congressos extraordinários, realizados em Brasília. A Mobilização Democrática, que utilizará o número 33, nasce na oposição ao governo federal e já trabalha para a construção de um projeto alternativo para o Brasil em 2014. Juntas, as duas forças políticas somam 13 deputados federais, 58 estaduais, 147 prefeitos e 2.527 vereadores. São 683.420 filiados em todo o país.

O presidente da Mobilização Democrática, eleito por unanimidade, será o deputado federal Roberto Freire (SP), que comandava o PPS. A vice-presidência do partido será ocupada por Telma Ribeiro, ex-presidente em exercício do PMN. Já a secretaria geral da legenda fica com o deputado federal Rubens Bueno (PR), que continuará como líder da nova legenda. A secretaria executiva será exercida por Telma Zaira. Já o tesoureiro será Lucas Albano, oriundo do PMN. Regis Cavalcante, do PPS, ocupa o posto de 1º tesoureiro. O diretório será composto por 125 titulares e 55 suplentes. Ficam em aberto 24 vagas de titulares e 22 de suplentes para que sejam preenchidas por lideranças que eventualmente vierem integrar a nova força política.

Confira manifesto e programa do novo partido

Para Freire, a MD vai ampliar a capilaridade do PPS e do PMN. Na avaliação dele, o surgimento do novo partido preocupa o governo e seus aliados.  “O governo deve ter mais informações do que nós sobre o que esta fusão pode render porque está aperreado; o governo está muito aperreado”, disse, antes da votação do programa, do estatuto e do manifesto da MD. Segundo ele, o Planalto não esperava que PPS e PMN se fundissem abrindo uma janela para abrigar descontentes de partidos de oposição e até da base.

Roberto Freire comparou com o Pacote de Abril, da ditadura militar, a manobra do governo para impedir que deputados que decidam migrar para novos partidos levem consigo o tempo de TV e o fundo partidário. Ele disse que, naquela época a oposição reagiu rapidamente. “Tancredo voltou para o PMDB do Doutor Ulysses, o PDT de Brizola só lançou candidato onde tinha possibilidade de ganhar. Temos essa história a nos nortear e precisamos da fusão para unir forças para 2014”.

Reforços

O secretário-geral da MD e líder do partido na Câmara, deputado federal Rubens  Bueno (PR),  disse que o PT e o governo não impedirão, de nenhuma maneira, o surgimento de novas forças políticas no país. “Esse governo não vai ganhar a eleição de 2014 por WO. Com esse novo partido a oposição se fortalece para 2014”. Sobre os reforços que o novo partido vai ganhar, com a possível adesão de parlamentares e prefeitos, Bueno disse que as manifestações de interesse são surpreendentes.  “De hoje para amanhã, teremos boas novidades. A porta está aberta para todos aqueles que tenham uma sintonia fina com essa linha de oposição”, disse Bueno.

Já a vice-presidente da MD, Telma Ribeiro, afirmou que o trabalho dela nessa nova força política será dedicado à mobilização do partido em todo o país. “Meu trabalho será o trabalho de formiguinha. A parte de articulação política fica com o Roberto Freire”, disse.

Logo após a oficialização da fusão, os dirigentes da MD iniciaram o processo de registro da legenda em cartório, com toda a documentação necessária, como determina a legislação eleitoral.

Participaram dos congressos de fusão mais de 100 delegados de todos os estados e do Distrito Federal, além dos deputados federais do novo partido.

Fonte: Por: Assessoria do PPS

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